Green Dragon assumiu a liderança
Foto: Sander Pluijm/ Team Delta Lloyd
Ventos diminuem na linha do Equador
Foto: Mark Covell/ Team Russia
Ericsson 4 conta com um tripulante a menos até a África do Sul
Foto: Guy Salter/ Ericsson Racing Team
O último fim de semana foi de muitas mudanças na Volvo Ocean Race. As posições mudaram, os ventos diminuíram e o Ericsson 4, de Torben Grael, conta agora com um tripulante a menos.
A começar pelas posições, o Green Dragon assumiu a liderança após a aproximação da Linha do Equador, onde há a estagnação dos ventos, causada pelo achatamento do planeta, e que causa o fenômeno chamado
Doldrums.
Enquanto a maioria dos barcos seguiam em uma direção à Fernando de Noronha (PE), onde há o primeiro portão de passagem que conta pontos, o barco chinês optou pela rota do sudoeste e conseguiu se recuperar, assumindo a posição na ponta da flotilha.
Quem também conseguiu a recuperação foi o Telefônica Black, que deixou a última posição para garantir a vice-liderança. Já o então líder há vários dias, o americano Puma, caiu para a terceira colocação.
O barco nórdico da Ericsson, comandado por Anders Lewander, está na quarta colocação, seguido pelo Telefônica Blue, de Bouwe Bekking. Torben Grael e sua tripulação são o sexto barco a caminho da passagem pelo Brasil, deixando Team Russia e Delta Lloyd para o fim, na penúltima e última colocações, respectivamente.
Emergência - A equipe do Ericsson 4 conta agora com um tripulante a menos. Tony Mutter, timoneiro e trimmer, estava com uma inflamação no joelho e passou por tratamento com antibióticos e fez até uma pequena cirurgia a bordo, porém teve que ser desembarcado na Ilha de São Vicente, em Cabo Verde.
Mutter foi resgatado por um barco pesqueiro e encaminhado para o hospital da região, acompanhado pelo médico em terra da Ericsson Racing Team. De lá, ele seguirá direto para a Cidade do Cabo, na África do Sul, onde os barcos farão sua primeira pausa.