Torben é o 3º colocado no caminho para Fernando de Noronha
Foto: Rick Tomlinson/ Volvo Ocean Race
Deixar o Rio de Janeiro no último sábado (11) não foi fácil para a flotilha da Volvo Ocean Race. Não só por partir do porto brasileiro rumo à sexta etapa da regata de volta ao mundo, mas por lidar com ventos muito fracos no percurso da costa brasileira.
Ao segundo dia da perna, os barcos chegaram a encarar ventos entre 2 e 3 nós e a flotilha vê o Telefonica Blue com o melhor resultado nos ventos fracos, com 14 milhas de vantagem para o segundo colocado, Delta Lloyd.
Torben Grael ainda não conseguiu colocar o Ericsson 4 na ponta da regata e após oscilar entre as posições no meio dos barcos, assegura 17 milhas de desvantagem de Bouwe Bekking na 3ª posição. Atrás dele aparece Magnus Olsson e o Ericsson 3, com 19 milhas a mais no percurso.
"Nas últimas 12 horas não tivemos absolutamente nenhum vento, só uma brisa que levou o barco incontrolável e desconfortavelmente. Se alguém tem problema com enjôo no mar aqui não é um lugar apropriado. Por enquanto não ví alguém sofrendo disso aqui no barco, mas confesso que estou sonolento e sem apetite", disse o tripulante de mídia do Ericsson 3, Gustav Morin, por e-mail enviado no último domingo (12).
Ken Read vê o Puma empatado com o Telefonica Black, de Fernando Echavárri, na distância para o líder, porém o barco norte-americano é o 5º colocado e o espanhol é o 6º após liderar a flotilha no primeiro dia.
Já o Green Dragon é o último colocado porém não muito distante do Telefonica Blue. Cerca de 28 milhas os separam. A flotilha segue com ventos de aproximadamente 10 nós nesta segunda-feira (13) e seguem em aproximação ao Estado da Bahia.